Colpocitologia na Amazônia: um pilar da saúde preventiva feminina

dc.contributor.advisor1RÊGO, Aljerry Dias do
dc.contributor.advisor1-co1FECURY, Amanda Alves
dc.contributor.advisor1-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9314252766209613
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1578712996226380
dc.contributor.advisor1orcidhttps://orcid.org/0000-0003-3049-7727
dc.creatorRAMOS, Juliana Santana
dc.creatorARVELOS, Leonardo Sinatura
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5176960363412070
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7737933436693828
dc.creator.orcidhttps://orcid.org/0009-0009-2391-3025
dc.date.accessioned2026-10-06T12:04:36Z
dc.date.issued2025-08-06
dc.description.resumoIntrodução: O câncer do colo de útero é comum entre as mulheres em idade fertil e tem como principal fator de risco a infecção persistente pelo vírus do papiloma humano (HPV). O exame de Papanicolau é um dos principais testes utilizados para rastreamento do câncer. Objetivo: Identificar o perfil das mulheres que realizaram o rastreamento nos últimos 5 anos, no Estado do Amapá. Metodologia: Os dados foram obtidos por meio do Tabulador de dados em saúde (TABNET). Foram incluídos os exames realizados na rede pública do Amapá no período de 2019 a 2023. Os valores obtidos foram tabulados e estudados. Resultados: Entre 2019 e 2023, 61.302 mulheres realizaram o exame de Papanicolau, sendo 49.523 (80,8%) entre 25 e 64 anos. Em relação ao Laudo Citológico, apenas 329 exames (0,53%), apresentaram uma das alterações que encaminham a paciente para a realização imediata de colposcopia, sendo 75,7% de Lesão intraepitelial de alto grau e 20.1% por células escamosas atípicas. Os exames com laudo alterado, mas que não necessitam de encaminhamento para a colposcopia representam 0,79%, desses 72,3% eram células escamosas atípicas de significado indeterminado e 23,4% eram por Lesão intraepitelial de baixo grau e 4,3% Atipias glandulares de significado indeterminado, possivelmente não neoplásicas. Foram registrados 239 (0,3%) exames que tiveram a amostra considerada insatisfatória. Os resultados negativos compõem 98% dos exames. Em relação ao Município de Residência, o maior percentual, em todos os anos avaliados, foi a capital Macapá. Conclusão: A maioria das amostras coletadas no Amapá, são adequadas para análise, os laudos alterados correspondem a um percentual do total que fica abaixo do que se presencia na literatura nacional. Porém há necessidade de investigações mais aprofundadas, com destaque para as mulheres indígenas e aquelas com mais de 40 anos. Fica evidente que na capital, corresponde à maioria dos exames, o que eleva a necessidade de políticas públicas para assegurar o acesso de mulheres nos interiores e áreas rurais.
dc.identifier.citationRAMOS, Juliana Santana; ARVELOS, Leonardo Sinatura. Colpocitologia na Amazônia: um pilar da saúde preventiva feminina. Orientador: Aljerry Dias do Rêgo. 2025. 20 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina) – Departamento de Ciências Biológicas e da Saúde, Universidade Federal do Amapá, Macapá, 2025. Disponível em: https://repositorio.unifap.br/handle/123456789/2324. Acesso em:
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifap.br/handle/123456789/2324
dc.publisherUNIFAP - Universidade Federal do Amapá
dc.publisher.countryBrasil
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectColpocitologia oncótica
dc.subjectAmapá
dc.subjectCâncer de colo do útero
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA
dc.subject.odsODS 3 – Saúde e bem-estar
dc.subject.odsODS 10 – Redução das desigualdades
dc.titleColpocitologia na Amazônia: um pilar da saúde preventiva feminina
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Artigo

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