Papel das feiras de química no novo ensino médio: articulando experimentação e contextualização às competências gerais e específicas da BNCC

dc.contributor.advisor1SANTOS, Kelton Luis Belem dos
dc.contributor.advisor1-co1SOBRAL, Jacqueline Victoria Gomes
dc.contributor.advisor1-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7543201758907156
dc.contributor.advisor1-co1orcidhttps://orcid.org/0000-0003-3912-3094
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3143115851102942
dc.contributor.advisor1orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5704-5707
dc.creatorOLIVEIRA, Ana Caroline Barros de
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7446162933825505
dc.date.accessioned2026-08-25T11:52:56Z
dc.date.issued2026-06-12
dc.description.resumoO presente estudo analisa o papel das feiras científicas como estratégias pedagógicas integradoras de experimentação, contextualização e protagonismo estudantil, articulando-as ao desenvolvimento das competências e habilidades da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no cenário do Novo Ensino Médio. Historicamente, o ensino de Química no Brasil foi marcado por um modelo tradicional e tecnicista, focado na memorização de fórmulas e conceitos desvinculados da realidade social. No entanto, as recentes reformas educacionais, especialmente as mudanças trazidas pela Lei nº 13.415/2017 e a reestruturação promovida pela Lei nº 14.945/2024, exigem novas abordagens que promovam a alfabetização científica e a formação integral. A pesquisa, de natureza teórica e qualitativa, estruturou-se em três etapas: pesquisa documental em marcos legais (LDB, BNCC e leis de reforma), levantamento bibliográfico fundamentado em autores como Paulo Freire e Ausubel, e a organização de dados por meio de análises históricas e comparativas. Os resultados evidenciam que as feiras de ciências funcionam como espaços de iniciação científica júnior, permitindo que o aluno possa assumir o papel de "autor da própria obra" e desenvolva competências gerais da BNCC, como o pensamento crítico, a comunicação e a responsabilidade socioambiental. Conclui-se que a integração das feiras de Química ao currículo é uma estratégia eficaz para promover a aprendizagem significativa, embora sua efetividade dependa da superação de desafios estruturais, como a melhoria da infraestrutura laboratorial e a oferta de formação continuada para os docentes.
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Ana Caroline Barros de. Papel das feiras de química no novo ensino médio: articulando experimentação e contextualização às competências gerais e específicas da BNCC. Orientador: Kelton Luis Belém dos Santos. Coorientadora: Jacqueline Victoria Gomes Sobral. 2026. 43 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Química) – Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas, Universidade Federal do Amapá, Macapá, 2026. Disponível em: https://repositorio.unifap.br/handle/123456789/2276. Acesso em:
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifap.br/handle/123456789/2276
dc.publisherUNIFAP - Universidade Federal do Amapá
dc.publisher.countryBrasil
dc.rightsAcesso Aberto
dc.sourceVia SIPAC
dc.subjectQuímica (Ensino médio) - Estudo e Ensino
dc.subjectFeiras de Química
dc.subjectBase Nacional Comum Curricular
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::ENSINO-APRENDIZAGEM::METODOS E TECNICAS DE ENSINO
dc.subject.odsODS 4 – Educação de qualidade
dc.subject.odsODS 10 – Redução das desigualdades
dc.titlePapel das feiras de química no novo ensino médio: articulando experimentação e contextualização às competências gerais e específicas da BNCC
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação

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